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“Um outro Olhar sobre a prevenção do câncer de mama” foi tema de live

Equipe da CPE realiza, todas as sextas-feiras, eventos motivacionais

26/10/2020 10:01

Encontros no final da tarde das sextas-feiras tornaram-se habituais para a equipe da Central de Processos Eletrônicos - CPE, do Judiciário rondoniense, que, mesmo durante a pandemia, se reúne em lives motivacionais, pela plataforma Google Meet. Sexta-feira, dia 23, “Um outro olhar sobre a prevenção do câncer de mama - Entendendo seu corpo e suas emoções” foi o tema exposto pela psicóloga Mariangela Aloise Onofre, da Coordenadoria da Mulher do Tribunal de Justiça de Rondônia.

 

Ao fazer a abertura da live, a coordenadora da CPE, Aparecida Maria da Silva Fernandes, explicou que o projeto estava no plano de gestão para o biênio em outro formato, mas, com a pandemia, os encontros virtuais se transformaram numa alternativa. “Começamos a perceber ótimos resultados, com comentários posteriores e postagens na internet, e então começamos a ampliar as participações, tendo nos últimos dois meses aberto para a Corregedoria”, disse a coordenadora.

 

Para a psicóloga Maria Gisele Barbosa, a adaptação do projeto ao momento que todos estão vivendo tem dado resultados e atingido os objetivos. “Uma boa oportunidade para falar sobre o Outubro Rosa com esse olhar diferenciado, com a prevenção antes mesmo de realizar o exame. Achei super interessante essa abordagem e participação de uma profissional que é nossa, do TJRO, passando esse olhar de prevenção emocional, que pode evitar muitas doenças, inclusive e até de um câncer de mama”.

 

A psicóloga Mariangela Aloise Onofre iniciou a sua explanação parabenizando aos homens que participaram do evento, e lembrou que “não é só mulher que tem câncer de mama, homens também têm, embora estatisticamente seja um número bem menor, e é muito importante que a gente leve também essa informação sobre os sistemas femininos para os homens”. 

 

Servidora do TJRO há quase 12 anos, lotada no Juizado de Violência contra a Mulher, Mariangela estimulou os participantes a refletirem sobre o lugar que a mulher ocupa no mercado de trabalho e as diversas responsabilidades, com acúmulo de atribuições familiares que muitas vezes é um trabalho tão invisibilizado. “Com esse acúmulo de coisas, muitas vezes não vai sobrar muito espaço para que essa mulher cuide de si mesma. A maioria das mulheres tem uma função de ser cuidadora das pessoas que estão próximas, seja do marido, dos filhos, dos pais idosos”, lembrou .

 

Porém alertou: “o cuidador também precisa de cuidado. Muitas mulheres negligenciam a própria saúde, a própria vida emocional, então, quando vemos as estatísticas, encontramos um número enorme de mulheres adoecidas com o que chamamos de doenças psicossomáticas, aquelas que têm uma base emocional que vai repercutir na saúde física”. 

 

Para a profissional, “olhando pela perspectiva emocional, o câncer sempre estará associado a processos emocionais muito dolorosos. Pessoas que têm histórias de vida com muita dor, com muito sofrimento e que não conseguiram cuidar”. 

 

Outubro Rosa

 

A psicóloga lembrou que a prevenção contra o câncer no Outubro Rosa tem foco no diagnóstico precoce, por isso é fundamental fazer os exames periodicamente, já que, quanto antes diagnosticado, maior é a chance de se curar do câncer. “Quando se fala de diagnóstico precoce refere-se a uma doença que já se instalou. Mas e os cuidados que devemos ter para que a doença não chegue? Que cuidados são esses? Do ponto de vista físico precisa-se ter um espaço mínimo de qualidade de vida, mas o sistema feminino, - útero, ovários e seios - não é só fisiológico. É também emocional e energético. Produz hormônios e tem a função ligada à procriação, mas não é só isso. Hoje a medicina psicossomática e a própria psicologia, em algumas correntes, investem bastante nisso, para se fazer a leitura simbólica do que representa, em emoções, aquele órgão no corpo”.

 

Mariangela Onofre agradeceu pelo convite, pela participação das pessoas que enviaram mensagens pelo chat, e destacou a importância de iniciativas como essas, de humanização e cuidado dentro do Judiciário. 

 

A coordenadora da CPE, Aparecida Maria Fernandes, também agradeceu à equipe e convidados e lembrou que “a CPE é uma estrutura nova, que completará 4 anos, em novembro; um lugar para o qual temos dado um olhar diferenciado. Temos orgulho do nosso Tribunal”, finalizou. 

 

Assessoria de Comunicação Institucional


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